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Os anos seguintes foram de entusiasmo crescente. José Monteiro da
Costa quis juntar, numa comunhão que desejava profícua, o
diverso trabalho da comunidade desportiva portuense,
maioritariamente portuguesa, obviamente, mas também com forte representação
de Inglaterra, berco do jogo que passaria a encantar a cidade. O
impulso inglês levou mesmo a que extinguisse o Grupo Recreativo
«O Destino », que presidia, em favor do F.C.
Porto. A estrutura formava-se.
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